Viver com Yiddish | show comemorativo de 10 anos!
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Viver com Yiddish 10 anos!
Viver com Yiddish 10 anos! (meia-entrada)Meia
Preços atualizados há 23 dias
Sobre o evento
Venha celebrar uma década de música yiddish!
Há 10 anos, um grupo de músicos começou a se reunir no Rio de Janeiro com um desejo simples e ousado: fazer a música yiddish soar de novo, viva, vibrante e cheia de afeto. De lá pra cá, foram palcos, praças, escolas, festivais e muitas canções que atravessaram gerações. Agora é hora de comemorar, e queremos você com a gente!

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Domingo, 8 de Novembro
Horário: 17h
Local: ASA • Associação Scholem Aleichem
Endereço: Rua São Clemente, 155 — Botafogo, Rio de Janeiro
Estacionamento rotativo no local
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Para celebrar seus 10 anos, o Grupo Musical Viver com Yiddish sobe ao palco com um repertório inédito: um encontro entre canções que marcaram a trajetória do grupo e novos arranjos. O bandolim e o violão do choro, a flauta, o violino, a percussão e as vozes contam, cada um à sua maneira, histórias que trazem e refazem memórias, humor, saudade e celebração.
Tem canções para dançar, para se emocionar e para cantar junto. É um programa para toda a família!
A música também ganha corpo em cena. Teremos participações de dança contemporânea e sapateado,trazendo movimento, alegria e intenção às interpretações musicais. E como todo bom aniversário, vamos oferecer um brinde para comemorar juntos ao fim do show!
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Nossa história: 10 anos vivendo com yiddish
O Viver com Yiddish nasceu na PUC-Rio, pelas mãos da professora Sonia Kramer, como parte do projeto de pesquisa Aprender e ensinar Yiddish como resistência e experiência identitária. Sonia aprendeu yiddish em casa, com os pais e os avós, entre discos, jornais e livros. Seu pai, Chialé Kramer, sobreviveu Auschwitz. Fazer o yiddish cantar de novo é também uma forma de virar pelo avesso uma história de destruição. Anos depois, Sonia decidiu compartilhar esse tesouro com uma nova geração. Desde o princípio, o projeto reúne jovens judeus e não judeus com a ousadia de voltar à origem e resgatar uma língua cantada e compartilhada, que segue resistindo e se recriando na música, na literatura e na vida cotidiana.
Do choro ao yiddish
O encontro aconteceu pela música. Aline Silveira e Bruno Rian vieram do choro, trazendo o legado de mestres como Jacob do Bandolim, Deo Rian e Altamiro Carrilho. Bruno chegou com seu bandolim doce e eloquente. Aline veio da Escola de Música da UFRJ com sua flauta, seu piano e seu olhar de direção musical. Com ela vieram Thais Goulart, com a voz encantadora e cheia de ternura e o violino, e Davi Nascimento, com a percussão que dá pulso e movimento às canções. Por entre notas e tons, palavras e sentidos, quando o grupo percebeu, já estava mergulhado na música yiddish. Uma poesia viva! Não por acaso, em yiddish a palavra lid quer dizer ao mesmo tempo poema e canção.
Um grupo que cresceu
Hoje o grupo conta também com a voz potente e expressiva de André Novaes, o violão cheio de harmonia e balanço de Guido Tornaghi, e com a narração de Tarsila Nascimento, que, com doçura, situa cada canção e seu contexto. Nas participações especiais, a música ganha corpo com a dança contemporânea de Miriam Weitzman, que desenha no espaço o que as canções dizem em palavras, e o sapateado de Alice Fucs, que transforma os pés em percussão. Por trás do palco, uma equipe dedicada cuida da produção, das oficinas, da pesquisa e da comunicação. Somos pessoas de diferentes origens, gerações e formações, unidas pela alegria, a responsabilidade e a paixão pelo yiddish.
Uma década de encontros
Nas apresentações, o público começou a perguntar pelo CD, que ainda não existia. Em 2017 nasceu Likhtik / Iluminado, álbum com 16 canções, participações especiais e grandes amizades. Desde então, a música do grupo chega às crianças nas oficinas de música e histórias da Escola Eliezer-Max e ocupa palcos, praças e festivais. Pelo caminho vieram parcerias com a cantora Sonia Goussinski, de São Paulo, e artistas internacionais, como a cantora e atriz nova-iorquina Miryem-Khaye Seigel, o cantor, compositor e contador de histórias Avi Wisnia e a cantora argentina Yasmin Garfunkel.
Sempre em movimento
Dez anos depois, o Viver com Yiddish segue fazendo o que mais gosta: resgatar canções (quase) esquecidas, criar novos arranjos, experimentar gêneros e por vezes compor músicas próprias. O desejo continua o mesmo do começo: que essas canções virem trilha sonora do cotidiano de crianças, jovens e adultos, em casa, na escola, com amigos e em família, e que outros músicos voltem a tocar e cantar em yiddish. Far vos nisht? (Por que não?)
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Quem sobe ao palco
Aline Silveira (flauta e piano) é professora, pesquisadora e musicista. É Mestre em Música pela UFRJ, onde é Diretora Adjunta de Extensão da Escola de Música, e Doutora em Educação pela PUC-Rio, com tese sobre canções de ninar yiddish. Coordena o ensino de música nas oficinas com crianças.
André Novaes (voz) é cantor formado pela UFRJ, onde é professor de música no curso de extensão. É aluno do curso de Yiddish da PUC-Rio.
Bruno Rian (bandolim) é especialista em performance do choro brasileiro e conselheiro do Instituto Jacob do Bandolim. É professor de História e Mestre em Educação pela PUC-Rio, com pesquisa sobre narrativas de netas e netos de sobreviventes do Holocausto.
Davi Nascimento (percussão) é percussionista da Banda Sinfônica da Marinha e responsável pela percussão e por arranjos do grupo.
Guido Tornaghi (violão) é violonista formado pela UNIRIO, onde cursa o Mestrado Profissional em Música. Estudou na Escola Portátil de Música e é presença constante nas rodas de choro do Rio.
Thais Goulart (voz e violino) é musicista e professora de música da Rede Municipal do Rio de Janeiro. É Especialista em Educação Infantil pela PUC-Rio.
Participação especial
Miriam Weitzman (dança contemporânea) é bailarina formada pela Escola Angel Vianna e pela Técnica Alexander em Jerusalém. É ensaiadora e professora da Esther Weitzman Companhia de Dança.
Alice Fucs (sapateado) é sapateadora e professora de ritmo e percussão corporal. Integra a equipe do Núcleo Viver com Yiddish e é professora de cursos de Yiddish da PUC-Rio.
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Sobre o Núcleo Viver com Yiddish
O Núcleo Viver com Yiddish da PUC-Rio se dedica a manter viva a cultura e a língua Yiddish no Brasil. Oferece cursos de Yiddish na PUC-Rio para diversos níveis, oficinas de música e literatura para crianças em escolas, favorecendo que as novas gerações conheçam a cultura e a língua. Suas iniciativas têm se destacado pela integração de práticas artísticas e educacionais, promovendo um espaço de aprendizado, pesquisa e celebração contínua.
Este evento é uma realização do Núcleo Viver com Yiddish.
Equipe Técnica
Coordenação Geral: Sonia Kramer
Produção: Miriam Weitzman
Assistência de Produção: Alice Fucs, Alice Reimann, Julia Wasserman, Rafaela Calixto, Tarsila Nascimento
Técnico de Som: Sérgio de Oliveira Manso
Fotografia e Operação de Luz: Luana Gutmacher
Design e Web: Luiza Kramer
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Comemore com a gente: a poie o Viver com Yiddish!
Cada show, oficina e curso acontece graças a quem acredita nessa história.
Se você quiser deixar um presente de aniversário para o grupo, ajude os projetos do Núcleo com uma doação!
Clique para fazer uma doação via PayPal ou faça um PIX:
CNPJ 33.587.566/0001-10
Email [email protected]
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Dez anos de música, memória e alegria merecem um brinde.
Lekhayim! Venha celebrar com a gente!








