VIVALDI - Concerto "As Quatro Estações" - Bach Society Brasil

VIVALDI - Concerto "As Quatro Estações" - Bach Society Brasil

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Sobre o evento

A Bach Society Brasil volta a apresentar a íntegra de “As Quatro Estações”, de Antonio Vivaldi, executada com instrumentos barrocos autênticos. O público irá receber um guia de escuta impresso e colorido baseado nas anotações do próprio Vivaldi, acompanhando as relações entre a música e imagens poéticas através da iluminação do concerto.

Compostos em 1723, Le quattro stagioni é um conjunto de quatro concertos para violino (La primavera, L’estate, L’autunno e L’inverno), cada um acompanhado de um soneto de autoria do próprio compositor. Os concertos exploram um processo de “pintura com a música”, característico do barroco italiano, em que Vivaldi transforma os poemas em música usando de experimentação e correspondências entre sons e imagens. No primeiro movimento da Primavera, por exemplo, o canto dos pássaros é figurado por rápidas passagens do violino solo; no segundo movimento, ouve-se no ostinato grave da viola o latido de um cão que acompanha um pastor adormecido; no terceiro, um bordão grave evoca a zampogna, instrumento pastoril típico das regiões rurais italianas, na dança de ninfas e pastores. O concerto do Verão culmina em uma tempestade, cujos relâmpagos e trovões são traduzidos por arpejos abruptos e escalas descendentes. Já em Outono, Vivaldi descreve, no primeiro movimento, as festividades dos camponeses após a colheita e, no último, uma caçada. Por fim, o Inverno explora dissonâncias e figurazioni rápidas para evocar o tremor do frio e o desolamento das paisagens.

Abre o programa o brilhante Allegro da Sinfonia da ópera L’Olimpiade RV 725, estreada por Vivaldi no Teatro Sant’Angelo, em Veneza, no Carnaval de 1734. A ópera foi originalmente escrita sobre um dos libretos mais célebres de Metastasio, ambientado nos Jogos Olímpicos da Grécia antiga.

Sob direção musical de Fernando Cordella, o concerto é interpretado pelo Ensemble Bach Brasil, formado por músicos especializados em prática historicamente informada. Participa como solista o violinista Giovani dos Santos.

O sexagésimo sétimo concerto da série Bach Brasil é uma realização da Bach Society Brasil com co-produção da PUCRS Cultura, com financiamento dos mecenas e apoiadores da Bach Society Brasil. Conta com o apoio de Hertz Farmacêutica, Blue Ville, AOSINCA (Associação da Orquestra Sinfônica de Carazinho), Goethe-Institut, Instituto Ecossis, EROICA_música e Badermann Arquitetos.

PROGRAMA

Antonio VIVALDI (1678 – 1741)

Sinfonia da ópera “L’Olimpiade” RV 725
    - Allegro

As Quatro Estações, Op. 8

Concerto No. 1 em Mi maior RV 269, “La primavera” (Primavera)
    - Allegro
    - Largo
    - Allegro pastorale

Concerto No. 2 em Sol menor RV 315, “L’estate” (Verão)
    - Allegro non molto
    - Adagio e piano - Presto e forte
    - Presto

Concerto No. 3 em Fá maior RV 293, “L’autunno” (Outono)
    - Allegro
    - Adagio molto
    - Allegro

Concerto No. 4 em Fá menor RV 297, “L’inverno” (Inverno)
    - Allegro non molto
    - Largo
    - Allegro

SOLISTAS

Fernando Cordella, cravo e direção
Giovani dos Santos, violino barroco (solista)

ENSEMBLE BACH BRASIL (com instrumentos de época)

Violino I
Letizia Roa (SP), spalla
Marcus Held (SP)
Dhouglas Umabel

Violino II
Márcio Cecconello
Vinícius Nogueira
Carlos Sell

Viola
João Senna

Violoncelo
Diego S. Biasibetti

Violone
Ezequiel de Paula

Teorba
Dolores Costoyas (Buenos Aires)

INGRESSOS

Ingressos de R$40 a R$540

Deluxe (dourado) R$540-270: assentos marcados na primeira fileira, em frente ao palco, visibilidade excelente
VIP (roxo) R$340-170: assentos marcados nas fileiras logo atrás da Deluxe, em frente ao palco, visibilidade excelente
Premium (amarelo) R$280-140: assentos marcados na plateia frontal e nas primeiras fileiras laterais, visibilidade excelente
Plus (laranja) R$220-110: assentos marcados no meio da plateia lateral, visibilidade excelente
Setor 1 (verde) R$120-60: assentos marcados nas laterais junto ao palco, visibilidade boa
Setor 2 (azul-petróleo) R$80-40: assentos marcados no fundo da plateia lateral, visibilidade parcial

MEIA ENTRADA

Meia entrada para estudantes, idosos (60+), crianças e jovens até 15 anos, jovens de baixa renda (15 a 29 anos), PCD e acompanhante, professores e servidores da rede pública de ensino, doadores de sangue, aposentados e pensionistas do INSS.

Meia entrada PUCRS/Marista: para titular e 1 acompanhante para colaboradores da Rede Marista, PUCRS, Tecnopuc, Hospital São Lucas, Instituto do Cérebro, Parque Esportivo e Museu de Ciências e Tecnologia da PUCRS, apresentando crachá funcional na entrada do concerto. Desconto limitado a 10% da capacidade do espaço.

Meia entrada Rede PUCRS Alumni: para titular e 1 acompanhante para integrantes da Rede PUCRS Alumni, apresentando a carteira PUCRS Alumni na entrada do concerto. Desconto limitado a 10% da capacidade do espaço.

INFORMAÇÕES PRÁTICAS

A Igreja está localizada no Campus da PUCRS, que oferece estacionamento pago e opções de alimentação próximas à igreja que estarão à disposição do público.

Dicas de Acesso e Estacionamento:

  • Aplicativos/Táxi: desembarque na Av. Ipiranga, em frente ao Portão 03, entrada mais próxima da Igreja.
  • Carro: acesso pela Rua Prof. Christiano Fischer, pelo Portão 04 (estacionamento pago mais próximo).

BIOGRAFIA DOS SOLISTAS

GIOVANI DOS SANTOS, violino barroco
Spalla e solista da Bach Society Brasil e da Orquestra Sinfônica de Carazinho, Giovani dos Santos integra também as orquestras da ULBRA e Sinfônica de Porto Alegre. Especialista em violino barroco, colabora desde 2016 em performances historicamente informadas ao lado de nomes como Ricardo Kanji e Fernando Cordella. É bacharel pela UFRGS e aperfeiçoou-se com Michael Gehlmann e Emmanuele Baldini.

FERNANDO CORDELLA, direção artística e cravo
Considerado um dos cravistas mais ativos de sua geração na América Latina, Fernando Cordella é diretor artístico da Sociedade Bach Brasil e vencedor do Prêmio Açorianos 2011 como melhor intérprete de música erudita. Teve Nicolau de Figueiredo como seu principal mestre no cravo e Dirce Knijnik no piano e tem atuado como solista e maestro convidado nas principais orquestras do Brasil e exterior. Desde 2016 é professor de cravo na Escola Municipal de Música de São Paulo.

CRÉDITOS

Presidente da Bach Society Brasil: Bernardo Frederes Krämer Alcalde
Direção artística: Fernando Cordella
Direção executiva e de comunicação: Caio Amon
Produção: Magali de Rossi
Assistente de direção artística: Diana Danieli

Comunicação: EROICA_conteúdo
Registros e design gráfico: Marcelo Freire
Apoio: PUCRS Cultura, Hertz Farmacêutica, Blue Ville, Goethe Institut, Instituto Ecossis, EROICA_música e Badermann Arquitetos Associados.
Financiamento: mecenas e apoiadores da Bach Society Brasil

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