DVOŘÁK: ENTRE A BOÊMIA E O NOVO MUNDO - Claudio Cruz e Jovens Notáveis - Quinteto de Cordas
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Preços atualizados há 14 dias
Sobre o evento
DVOŘÁK: ENTRE A BOÊMIA E O NOVO MUNDO
Música de Câmara na Sala Beatriz Segall
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CLAUDIO CRUZ & JOVENS NOTÁVEIS
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A Sala Beatriz Segall do Psicadeiro recebe um encontro dedicado a Antonín Dvořák, um dos grandes mestres da música de câmara e um compositor que soube transformar identidade, memória e tradição popular em uma linguagem profundamente pessoal.
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O programa reúne duas obras de momentos distintos de sua trajetória: o Terzetto em Dó maior, Op. 74, escrito em Praga, e o Quinteto de Cordas em Mi bemol maior, Op. 97, composto alguns anos depois nos Estados Unidos. Entre uma obra e outra, desenha-se um fascinante percurso: da Boêmia ao Novo Mundo.
TERZETTO EM DÓ MAIOR, OP. 74
Escrito para dois violinos e viola, o Terzetto Op. 74 nasceu de uma circunstância quase doméstica. Dvořák desejava fazer música com amigos. O que começou como música para ser tocada entre conhecidos acabou se tornando uma pequena joia do repertório de câmara.
Em seus quatro movimentos, Dvořák alterna lirismo, vivacidade rítmica e uma escrita em que os três instrumentos mantêm uma conversa contínua, ora íntima, ora exuberante.
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Cláudio Cruz, violino
Arthur Dianin, violino
Raoni Brulher, viola
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QUINTETO DE CORDAS EM MI BEMOL MAIOR, OP. 97
O segundo momento do programa nos leva a outro continente e a outro período da vida de Dvořák.
Em 1893, vivendo nos Estados Unidos, o compositor passou o verão em Spillville, Iowa, pequena comunidade de imigrantes tchecos. Distante de sua terra natal, reencontrou ali sua língua, seus costumes e algo da atmosfera da Boêmia.
Foi nesse ambiente que nasceu o Quinteto de Cordas Op. 97, contemporâneo do célebre Quarteto Americano. A obra traz a extraordinária riqueza melódica de Dvořák, sua pulsação rítmica e sua capacidade de fazer conviver diferentes tradições musicais.
É a música de um compositor entre dois mundos: a Boêmia que carregava consigo e a América que começava a penetrar sua imaginação.
Para essa obra, juntam-se aos três músicos Gabriel Souza, na viola, e João Pedro Tavares, no cello, formando o quinteto de cordas.
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Uma oportunidade de ouvir, na intimidade da Sala Beatriz Segall, a música de um compositor para quem viajar nunca significou abandonar suas raízes. Ao contrário: quanto mais distante estava de casa, mais a memória parecia transformar-se em música.
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O PSICADEIRO TEM MUITO MAIS:
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Este evento acontece na SALA BEATRIZ SEGALL na sede do PSICADEIRO, um novo local em São Paulo para a integração entre arte e gastronomia. O VERDI CAFFÈ ocupa o térreo do complexo, único setor para o serviço culinário. A estrutura do PSICADEIRO conta com isolamento acústico total entre a SALA BEATRIZ SEGALL e o espaço gourmet. Chegue mais cedo para um jantar, saborear o brunch servido durante todo o dia ou dos quitutes salgados e doces para o café. Assista o show de forma intimista na SALA BEATRIZ SEGALL, parte de cima do complexo, numa total conexão e respeito entre artistas e plateia. As reservas para o Verdi Caffè, para antes ou depois do espetáculo, podem ser feitas pelo whats 11-38464966.
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IMPORTANTE: As cadeiras não são numeradas. A
escolha dos assentos será livre, respeitando a ordem de chegada no local do
evento. A sala será aberta 10 minutos antes do horário de início da
sessão. Caso haja alguma necessidade especial, como acomodações para
pessoas com deficiência, favor informar à organização assim que chegar ao local
do evento para garantirmos a melhor experiência.
Estacionamento parceiro: Rua Dr Guilherme Bannitz, 91. Bem Próximo do Psicadeiro!